Essa semana abordo sobre as descobertas científicas sobre os efeitos benéficos da interação com animais, – especialmente, com os cavalos. Essas descobertas sempre foram muito aproveitadas na área de saúde para auxiliar no tratamento de pacientes com as mais diversas patologias, como é o caso da equoterapia. Essa descoberta, no entanto, fez com que os pedagogos passassem a explorar o uso de animais como aliados no processo educacional.

Apesar de os estudos não serem tão antigos, registro aqui que, logo após a Primeira Guerra Mundial, o cavalo era uma das opções para o tratamento e reabilitação dos soldados com sequelas do pós-guerra. Os resultados desde o início foram satisfatórios. Isso porque o cavalo, com sua marcha compassada, proporciona estímulo tridimensional, ou seja, o corpo do paciente é conduzido para frente e para trás, de um lado para o outro e para cima e para baixo simultaneamente. Esses movimentos envolvem o corpo integralmente proporcionando um resultado eficiente na reabilitação de pacientes.

No campo pedagógico, as atividades com os animais, em especial, com o cavalo, pode tornar o desenvolvimento da aprendizagem da criança por meio de atividades lúdicas, proporcionando maior atenção, concentração e vontade de aprender.

Como vocês já leram nos artigos anteriores, é no processo lúdico que a criança constrói seu espaço de transição entre o mundo interno e externo, resultando na aprendizagem.

Várias escolas já adotam animais como parte do processo de desenvolvimento pedagógico. Outra forma de estimular esse avanço em crianças e adolescentes é o incentivo à prática de atividades que envolvam animais.

Por isso, fica aqui a dica: incentive seu filho ao contato com animais. Se for possível, analise uma escola que adote essa prática. Você perceberá como mudará o desenvolvimento dele, mas não só pedagógico, como um ser com responsabilidades e respeito e amor pelo próximo.

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